Uma maternidade idólatra

Conversando com uma amiga (que é responsável por muito do que escrevo, porque nossas conversas são ótimas e sempre me motivam a refletir…) falávamos sobre a maneira como as mulheres têm levado a sua maternidade. Tudo começou quando disse que estava feliz no trabalho e que já não tenho tanta culpa em não estar com eles o tempo inteiro. (Mesmo sem trabalhar fora nunca fiquei, porque é difícil para mim ficar full time com duas crianças, todos os dias, sem pirar.)

Houve uma evolução significativa na maternidade se compararmos como foi a maternidade das nossas mães. Muito conhecimento foi trazido, sobre parto, amamentação, introdução alimentar, comportamentos e eu acho isso maravilhoso. Somos melhores e podemos fazer melhores escolhas em função disso.

Porééééém, existe um lugar entre dar coca cola na mamadeira para uma criança de 2 anos e só permitir que ela tome suco feito na hora de frutas que foram plantadas na minha própria horta. Entre a criança jantar macarrão e salsicha 3 vezes por semana e comer um cachorro quente quando vai a uma festinha. Entre eu ser uma mãe presente e ter que todos os dias da vida contar uma linda história antes de dormir. Entre ser atenciosa e permitir que todas as vezes que meu filho me chame eu interrompa a minha conversa para atendê-lo.

Isso é uma parte do todo que gira em torno de uma vida que é ditada por uma criança. A mulher passa a ter sua vida pautada em agradar aquele serzinho, evitar que ele se frustre a todo custo e não expo-lo em hipótese alguma a algo que não seja saudável, por exemplo. Precisamos de equilíbrio, gente. (E eu nem vou incluir mães crentes que buscando a manutenção da rotina intocável das crianças aos domingos, prejudicam sua vida espiritual, pois não vão mais aos cultos. Esquecendo-se de que foi só por Deus que elas se tornaram mães).

Hoje a gente é obrigada a fazer programas que sejam legais para a criança, se vamos ao restaurante não podemos esquecer o tablet porque o filho de 6 anos não aguenta ficar na mesa, ele fica entediado. (Estou falando de mim, do meu filho). Mas eu sou obrigada a assistir um desenho mala do caramba sem me entediar. Sou obrigada a ir ao parquinho, a pensar em algo super ultra blaster para fazer todos os sábados, porque mesmo com a casa lotada de brinquedos e mil canais para eles assistirem, eles não podem ficar no apartamento. “Tadinhos, já passam a semana toda na escola”. Não posso ficar largada no sofá enquanto as crianças brincam sozinhas, porque eles precisam da mãe ali brincando com eles para que se tornem adultos felizes. Dá não, gente. Não é saudável para ninguém, eles vão crescer achando que ditam o ritmo do mundo.

Uma coisa a gente regrediu em relação à geração anterior e talvez tenha sido isso, nossas mães cometeram vários erros, por não saberem mesmo. Mas elas não nos idolatravam. Nós seguíamos o programa que a família fosse fazer e usávamos outros métodos para nos entreter, dormir, etc. As mulheres daquela geração se anularam em alguns momentos por seus filhos, famílias, mas não foi uma geração que os idolatrou. E acho que precisamos resgatar isso. Pelo nosso bem, deles e nossa sanidade mental.

Não era birra

Há 15 dias, saímos da igreja pela manhã e vi que tinha uma secreção no ouvido da Fê, limpei por fora e depois disso ela começou a reclamar de dor. Ela colocava a mão no ouvido e dizia que estava doendo. Chegando em casa, tentei ver alguma coisa e dava só pra ver que estava meio esquisito. Mas, no fim da tarde, eu iria para o Rio de avião, não dava tempo de ir a um hospital. Só dei um analgésico para caso a dor piorasse com a pressão do avião.

Enfim, no dia seguinte no Rio fomos a um hospital e foi diagnosticada uma otite. Ela não tinha passado a noite bem, acordou chorando algumas vezes e com certeza era o ouvido que dóia. Porém, quando a médica foi examinar o ouvido que estava ruim, essa garota berrava na sala: “Meu ouvido não, mamãe. A tia não, mamãe. Tá doendo meu ouvido.” Berrava sinistramente e me puxava, se contorcia. Tive que praticamente deitar por cima das pernas dela, segurar os braços e a médica com força segurar a cabeça. Tadinha! Foi péssimo, devia de fato estar doendo muito. Mas era preciso examinar e não tinha outro jeito. 10 dias de antibiótico.

Essa semana aconteceu o mesmo no outro ouvido. Ninguém merece, nem eu e muito menos ela. Não reclamou de dor, mas a secreção era semelhante a da primeira vez. Acordamos e fomos direto ao hospital. No estacionamento, ela começou a chorar dizendo que o ouvido estava melhor. E a cada vez que a chamavam pelo nome, ela chorava e dizia “Médico não”. Quando entramos na sala da pediatra, ela se agarrava em mim chorando. Apontou para o instrumento que examina o ouvido e dizia: “Esse não, mamãe”. Completamente traumatizada, mas dessa vez foi um pouco melhor. Acho que não estava doendo tanto, mas ela estava com medo e eu fiquei com muita dó.  Enfim, otite novamente e uma recomendação para ir a um otorrino e investigar o que houve e examinar melhor depois que tiver passado.

Tudo isso para dizer, que quem estava no hospital e via aquela cena, de uma menina de 2 anos chorando o tempo todo, me puxando pelo braço, gritando “Médico, não” e se recusando a ir quando nos chamavam, pode ter pensado muitas coisas. Que ela era mimada, que era exagerada, que não tinha disciplina em casa, que eu era uma mole e sem controle da situação, que não sabia conter uma fofa menininha. Mas, nesse caso não era isso. Provavelmente o que ela só pensava era que ia doer o mesmo tanto como da vez anterior e ela não queria passar por aquilo de novo. Simples. Estava com medo e tentando evitar, da maneira dela, passar por aquilo novamente.

Aprendi com a maternidade a julgar um pouco menos, principalmente depois que a Fernanda nasceu. Digo um pouco menos, porque acho que ainda julgo, mas já melhorei muito. Uma criança no tablet no restaurante não quer dizer que ela é abandonada e não participa dos momentos de sua família. Um pai que não vai à reunião da escola não significa que ele é ausente. A mãe que trabalha exaustivamente fora não ama menos ou não prioriza seus filhos. Uma criança berrando no hospital pode ser só medo, um medo justificado, e não uma criança que não sabe se comportar. Se tem um lugar que é cuspir para cima e cair na testa é a maternidade. E assim, a gente vai se lapidando e aprendendo a olhar para si e para as outras mães, outras crianças e famílias, com mais boa vontade.

 

 

Precisamos criar laços

Meu filho mais velho tem só 5 anos, mas sempre me pego pensando em como será a adolescência. Muito provavelmente, difícil. Resta saber se muito ou pouco. Mas acredito que muita coisa pode ser facilitada se conseguirmos estabelecer um relacionamento verdadeiro com nossos filhos. Não adianta eu decidir ser amiga, parceira e cúmplice quando o garoto já estiver com 12 anos. Tenho que começar a construir isso ontem, desde que saíram da maternidade.

Pode parecer meio simplista e até utópico pensar assim, mas de verdade acredito que estabelecer esse relacionamento desde cedo pode minimizar muitas dificuldades. Não sou “amiguinha” dos meus filhos, existe antes disso uma relação de autoridade, de hierarquias diferentes estabelecidas. E prezo pelo cumprimento dessa hierarquia. Isso torna a relação um pouco mais complexa do que uma simples amizade, mas em nada me impede de ser de fato amiga deles. De criar um relacionamento de companheirismo, parceiria, de mostrar para eles que devem falar a verdade, que são amados incondicionalmente. Procurar entender minimamente sobre aquilo que interessa a eles, conversar, fazer do nosso lar um lugar que eles gostem muito de estar. Tarefa não muito fácil, principalmente quando ao longo dos dias temos mil outras coisas a resolver. Mas maternidade é isso mesmo. Tem que ter disposição para fazer diferença na vida das pessoas e com nossos filhos não é diferente.

Procuro criar laços com eles, não tão apertados e sufocantes como um nó, mas não pode ser frouxo porque se não desamarra né? Disciplino, mas constantemente digo que amo, abraço, fico de chamego antes de dormir, cheiro até eles se irritarem… Mas eles não podem ter dúvidas do quanto os amo.

Dia das mães chegando e queria como presente de Deus ser a mãe que Ele espera de mim, a mãe que meus filhos precisam e merecem. Daqui a 20 anos ouvir dos meus filhos que eles sempre foram cercados de amor e que têm em seus pais seus melhores amigos.


Grande conquista por aqui

Sempre comprei livrinhos para o Davi, desde pequeno o incentivei com isso e é hábito nosso ler historinha antes de dormir. Ele também usa os livros para passar o tempo enquanto está no banheiro (rs!). Isso foi algo que eu queria fazer e de fato consegui, que ele se interessasse e gostasse dos livros.

Quando ele começou a ser apresentado ao mundo das letras na escola, tivemos uma reunião para entender como seria, como era o método, o que era escrita espontânea e como eles trabalhavam a escrita e leitura, uma vez que a escola não vai até o 1º ano. Juro que inicialmente achei que não daria certo, porque é muito diferente de como eu fui ensinada. Eu e meu marido duvidamos um pouco do resultado da maneira adotada, mas ao mesmo tempo dava uma tranquilidade saber que outras escolas também fazem isso, que o nosso método, quase matemático de B + A= BA é de fato coisa do passado.

Davi aprendeu a escrever seu nome, que vamos combinar que é bem fácil né? Fernanda já terá mais dificuldade nessa tarefa inicial. E isso já me deixou bem feliz. Começou a se interessar cada vez mais pelas letras, sempre me perguntando como escrevia alguma coisa e falando as letras que via. Aos pouco foi evoluindo consideravelmente, até que um dia estávamos num restaurante e ele me falou “Mamãe, ali está escrito CAXIA”. Na verdade, era caixa, mas já considerei aquilo um feito. E desde então, não parou mais e sai lendo várias palavras por aí.

Pensa num orgulho e uma alegria que me faz sorrir sozinha pensando que o meu menino, meu bebê aprendeu a ler? Demais! Não houve forçação, nem nossa e muito menos da escola. Cada criança tem seu tempo, suas preferências e o tempo do Davi chegou. Bem antes do que eu imaginava, confesso. Mas foi muito natural. É óbvio que está no início, mas posso considerar que meu filho consegue ler. E isso é incrível.

Amo os livros, o que eles representam, o que eles podem proporcionar e espero que meus filhos tenham sempre esse mesmo sentimento. Feliz demais com a conquista do meu pequeno, com a parceria mais uma vez acertada com a escola que eu escolhi lá no passado, quando ele ainda nem sabia sentar.  Feliz em ver a carinha de contentamento que ele faz quando decifra aquilo que até algumas semanas atrás eram apenas códigos. Feliz em poder vivenciar uma conquista tão importante na vida dele, da nossa família. Tem coisas que de fato só a maternidade é capaz de proporcionar nessa intensidade.

Minha ideia…

…era tirar a chupeta da Fernanda mais ou menos na mesma época que tirei do Davi, antes de completar um ano ele já estava sem. Tirei com 8 meses. Rolou uma iniciativa, ela não leva a chupeta para a escola, mas por aqui sempre usa para dormir. Domingo, estava meio enjoadinha, mas por um real motivo dessa vez, e passou o dia todo de chupeta. Pois ela completa 1a7m essa semana e sem planos de quando darei o próximo passo em direção ao término dessa fase. De jogar fora a “Pê”.

…era que meus filhos não se atirassem no chão quando contrariados, mas Fernanda aprendeu isso muito cedo, sozinha, coisa que o irmão nunca teve o hábito de fazer. Na maioria das vezes, repreendo, falo que não pode, mas há muitas outras vezes que largo ela no chão (de casa, óbvio), passo por cima dela e abstraio.

…era nunca dar leite com achocolatado para eles. Queria bater o leite com uma Teoriafruta, cacau. Começou que o cacau não dilui no leite gelado, eu até tentei cacau no começo, mas confesso que desisti e o que rola hoje é leite com achocolatado cheio de açúcar mesmo. Eu sei, mas já me achei uma má mãe por isso. Hoje não mais. Ufa! Mas Fernanda só leite puro mesmo. E nem passou pela minha cabeça obrigar o leite puro ao Davi, até tentei, mas eu odeio leite puro, acho horrível, não consigo tomar e não tenho “coragem” de obrigá-los a isso.

…era nunca perder uma vacina. Vaciná-los conforme o calendário, sem tropeços. Isso se cumpriu com o Davi e com a Fernanda achei que estava se cumprindo, quando fui olhar a caderneta de vacinação para procurar outra informação e vejo que tem uma vacina de dezembro (!!) pendente. E continuei respondendo ao pediatra: “As vacinas estão em dia? “Sim, estão em dia sim”. Sem contar que se saiu do calendário padrão, já me atrapalho, sou desatenta. Sorte que com os Facebooks da vida sempre tem mães alertando, mostrando onde estão vacinando, lembrando de campanhas extra calendário.

…era já colocar o Davi numa escola grande desde os 4 anos, para que não sentisse tanto a mudança quando a escolinha dele atual acabasse, pois só vai até 5 anos. Pesquisei algumas escolas, visitei, fiz pré-matrícula e consegui vagas em todas. Mas, ele não vai mudar de escola. A mensalidade vai dobrar, essas escolas ainda não aceitam crianças da idade da Fê e eu quero estar ano que vem chorando com mães que eu já conheço na formatura deles. Mães que criaram uma parceria e crianças que ficarão para sempre na minha memória.

Na maternidade a mudança de rumo é constante, porque a teoria é linda, mas na teoria não tem sentimento, tudo dá certo, sem estressar, sem demandar esforço. Na vida real, na prática tem um monte de coisa que fica só no campo das ideias mesmo.

O verdadeiro sucesso

galo

Inicio do ano – escrita espontânea de “galo”

Essa semana tive a última reunião dos pais na escolinha do Davi. Eu gosto desse momento que a escola nos proporciona, existem dois formatos na escola deles quanto à execução das reuniões. E eu gosto dos dois. Gosto de encontrar as outras mães, elas em muitos aspectos se parecem comigo, me conforta ver que todas elas enfrentam dificuldades, que eu não sou a única que se atrasa para buscá-los, que eu não sou a única que os deixa tão cedo, que coisas que para mim foram fáceis de resolver, para algumas descubro que foi difícil e vice-versa. Gosto muito dessa troca de experiências e ideias.

Mas o principal desses momentos é a conversa com a professora individualmente. É quando antes mesmo de conversar com ela, eu já consigo sorrir ao ler o relatório sobre o desenvolvimento dele, de ir confirmando cada ponto ali registrado, de me alegrar em ver que a escola tem um olhar real e detalhado sobre o meu filho, ressaltando pontos verdadeiros da personalidade dele, a desenvolver e já desenvolvidos. Isso confirma que a escola que escolhi funciona para gente, nos atende e enxerga meu filho de forma carinhosa.

É incrível ver a evolução no aprendizado, é quase que indescritível o orgulho que dá ouvir a professora dizer tantas coisas bacanas sobre o seu filho. Conforme ela vai falando, vai passando um filme na minha cabeça, de todos os perrengues diários que eu passo para mantê-los na escola, para chegar no horário, para que a mochila esteja sempre em ordem, para que o material da natação esteja arrumado, para que o brinquedo de 6ª feira esteja escolhido, para ver se o remédio da febre na bolsa está ok, para fazer o dever de casa e devolver na 3ª feira. E ver que mais um ano se passou e tantas coisas novas ele aprendeu é motivo de muita, muita alegria para mim.

judo

Final do ano: escrita espontânea de “judô”

E, no fundo, isso é que é sucesso para mim. Ver meus filhos bem, ver o quanto eles têm aprendido e se desenvolvido, ver as conquistas deles. Não tenho dúvidas de que boa parte disso é da genética e própria personalidade deles, mas da mesma forma não tenho dúvidas de que uma importante parcela é fruto da influência que nós pais exercemos. E saí da escola como se o feedback tivesse sido sobre mim, para mim, sobre a minha conduta como mãe. Foi um ano muito importante para ele, aprendeu as letras, a reconhecer e formar palavras, a reconhecer os números e quantificar.

Poder viver isso com eles é demais, é uma bênção. Ontem quando abracei a professora meu olho encheu de lágrimas, de felicidade, de alívio por mais um ano ter terminado bem, de gratidão a Deus que é perfeito e que providencia todos os detalhes para que tudo isso seja possível. A evolução deles, de certa forma, é a minha também. No papel que mais demanda meu esforço, minha dedicação, mas no papel mais especial que eu tenho que é o de ser mãe.

 

 

No caminho em que devem andar

Sempre quis que meu filho gostasse de livros, desde bebê tinha esse desejo. E fui comprando livros para o Davi desde muito pequeno, mesmo que fossem só aqueles de som, bichinhos. Fiquei muito feliz quando um dia arrumei um cantinho no quarto para guardar os livros.

O momento dos livros atualmente é antes de dormir. Lemos a historinha, que de uns tempos para cá tem sido sempre histórias bíblicas. Davi escolhe uma história do livro e a gente lê. São histórias com ilustrações e contadas em rima e amo quando ao abrir a história ele já sabe qual é. “Essa é daqueles homens malvados, que deixaram ele triste” “Quem é ele, Davi?” “É o José.” Isso me dá muita alegria. O gosto pela leitura e o interesse pelas coisas de Deus.

E esse é sempre um momento onde a conversa sobre Deus rende, porque ele faz perguntas sobre a história e é mais uma oportunidade que eu tenho para ficar conversando sobre Deus com ele. Tem saído perguntas engraçadas, pertinentes para quem tem quase 4 anos, tipo: “Deus dorme? Ele tem barba? Ele anda? Ele dá risada? Como Ele está no céu e no meu coração? Ele não é adulto? O que e´perdoar? Ele fala?” E o que me deixa muito grata a Deus é por ter dado ao meu filho a oportunidade de conhecê-lo tão cedo. Ele vai crescer tendo Deus como alguém próximo, alguém com quem ele conversa, que cuida dele, porque ele sabe disso desde a idade atual. É natural para ele conviver com Deus, assim como ele convive com a gente, os pais. Não é fácil responder para uma criança dessa idade que Deus fala, mas a gente não ouve a voz dele da mesma forma que  ouvimos as outras coisas.Mas não tem como eu responder outra coisa. Deus fala! Deus é real. Davi já tem a consciência de que ele pode falar com Deus e isso é maravilhoso.Eu descobri isso tão mais tarde…

Gosto disso e ao mesmo tempo me dá uma responsabilidade, se eu não tiver intimidade com Deus como falarei dEle para o meu filho? Como responder coisas tão específicas de alguém que eu conheço só de ouvir falar, mas não conheço pessoalmente? É um desafio diário para manter o relacionamento com Deus, conhecendo-O cada vez mais, a sua natureza, sua forma de agir e cuidar das nossas vidas.

Isso é o que de melhor eu posso ensinar para os meus filhos, o mais importante e de fato o essencial para que eles tenham plenitude de alegria.