Não desiste!

Já falei algumas vezes que a organização não é algo que nasceu comigo, pelo contrário, quem nasceu comigo foi a prima dela, a desorganização. E desde que tive filhos minha novela diária é buscar viver de forma minimamente organizada, que não me traga prejuízos, atrasos e não me canse física e mentalmente sem necessidade. Por ser algo que me incomoda, procuro aprender sobre e melhorar minha vida. Muito longe de neuras, mas acabou que se tornou um assunto que eu gosto de estudar, de testar. Mas vou só naquilo que faz sentido para mim, cabides padronizados por exemplo não faz sentido para mim (rs). E muito mais do que físico, a organização das ações, das ideias, do como fazer super me animam, falta só praticar.

Hoje postei uma foto da mesa que trabalho no home office, vou espalhando todas as coisas, sem colocar de volta, isso ao longo do dia vai me irritando e na hora do almoço tenho que recolher 200 coisas, porque essa é a mesa onde fazemos as refeições. Dai fiquei pensando como podia minimizar isso, fiquei procurando o que me ajudaria e achei um aparador que ficava na varanda completamente sem uso e organizei minhas coisas ali. Ficou do meu lado, facilitando pegar o que preciso e guardar depois. Pronto! Ficou com uma carinha ótima e apresentável.

Arrumar o que é físico e externo é difícil e arrumar o que está por dentro? Ontem li uma passagem bíblica que falava da santificação, que traduzindo de forma bem rasa é arrumar o que está por dentro e arruma todos os dias. E arrumar o que está por dentro com base naquilo que agrada a Deus e eu sei o que O agrada. A passagem falava para persistir nisso, porque não é uma tarefa fácil e enquanto vivermos ela não terá fim. Hoje assisti um amigo falando exatamamente sobre a mesma coisa: santificação. Quando Deus fala comigo de maneira repetida sobre um mesmo assunto e num curto intervalo de tempo, entendo que é um sinal…rs

E ainda para quem não crê na Bíblia (o que é uma pena…), esse raciocínio também faz sentido, porque todo mundo tem alguma coisa que está fora do padrão. E não padrão estético óbvio, mas de relacionamentos, de atitudes, de posturas. E mesmo quem se diz alheio a padrões, no fundo, segue padrão sim. Embora pareça uma selva, vivemos em sociedade e algumas coisas já estão estabelecidas.

Não adianta a gente esperar mudar o governo, o marido/esposa melhorar, o filho crescer, a empresa nos reconhecer, a gente ganhar mais dinheiro, a gente se mudar de casa ou país, sempre vão existir todas as razões do mundo para a gente fazer o que é mais fácil, o que nos agrada e não seguir aquilo que é o mais adequado, o certo. O que eu chamo de “o que agrada a Deus”. “Não desista!” – foi o que entendi que Deus me disse abordando esse assunto comigo por dois dias seguidos. Cada dia uma nova chance, com oportunidades de melhorar sempre, com soluções que estão na nossa cara há tempos de ser uma pessoa melhor e a gente não viu, como o meu aparador que já podia ter me evitado o estresse da bagunça da mesa desde o inicio da quarentena, há mais de 4 meses.

Persista, sempre.

 

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