A novidade da cólica

Fernanda é um bebê bem bonzinho, dorme bem e come bem. Meu pai diz que eu dei muita sorte com meus filhos, porque eles são muito tranquilos, na verdade eu orei por isso. Especificamente pedi que ela mamasse bem e dormisse bem e para a minha alegria, Deus resolveu me atender. Diferente do Davi, ela mama muito rápido, ele quando começava a mamar caia num sono profundo, o que fazia a mamada demorar muito. Algumas vezes, eu passei gelo no pé dele para ver se acordava, e mesmo assim, nada. Ela não, mama rapidinho, o que acho ótimo.

Porém, o que Davi não teve de cólicas, ela tem. Sempre soube que isso é muito comum, mas não passei por isso. Davi tinha refluxo, mas só tive uma tarde de um choro infinito dele, logo depois descobri que era refluxo e comecei a tratar e adotar práticas que o ajudavam a não sentir tanto.

Há dias em que ela passa bem e não sente nada, minoria, mas existem. Mas na maioria das vezes, ela tem uma “crise” de cólicas e aí é papo de ficar surda com o choro no ouvido. Dá muita dó!! Visivelmente ela está com dor, se contorce, fica vermelhinha e não há nada que eu possa fazer. Antes, britanicamente às 20h começava e por 1 hora ficava oscilando entre dormir e chorar de dor, até passar de vez e ela dormir mesmo. Mas agora tem sido em outros horários. Até estou evitando algumas comidas, as clássicas que dizem ter alguma relação, mas até agora não vi relação entre o que tenho comido com a intensidade das cólicas.

No último sábado (programão para sábado!!) demorou muito para passar, estava quase largando ela no berço sozinha e pedindo para ela me chamar quando passasse. O choro de verdade, daquele alto, por 1 hora de uma criança no colo, é quase enlouquecedor. Minha paciência vai minando e começo a ficar com dó de mim também. Faço compressa, dou remédio, faço massagem, jogo no celular, converso no whatsapp, oro, coloco de barriguinha para baixo, deito, fico sentada, canto, e na posição em que ela parar de chorar eu fico. Tipo brincadeira de estátua. Independente de estar ou não confortável para mim, do meu braço já estar dormente ou não…Fico ali, até que ela comece a chorar de novo ou até que eu tenha certeza que a “crise” passou.

Ainda bem que as cólicas só apareceram no segundo filho, quando o mantra do “É só uma fase e vai passar” é entoado sem interrupções praticamente. Como com o segundo as coisas são mais tranquilas, acredito que lido com esses momentos de uma forma mais tranquila também. Tudo nessa vida tem um lado bom, nunca rolou uma crise de madrugada e já me disseram que com 1,5 mês melhora. Ou com dois. Outras que só aos três meses. Torcendo freneticamente para que eu me encaixe no grupo de que com um mês e meio já tenha melhorado.

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