Gratidão por uma simples entrevista

Na busca pela escola do Davi, tenho me desdobrado em pesquisar, avaliar, pagar boletos (para depois pedir a devolução…) e hoje tinha um encontro dele com a Orientadora de uma das escolas. Uma entrevista conosco, para conhecer melhor a família e tirar dúvidas.

A orientadora foi muito simpática, trouxe folhas e um monte de lápis de cor para desenhar. Ele prontamente já foi se apropriando do material e fez um desenho lindo do ursinho Puff, com direito a pote de mel, mel escorrendo pela mão do urso, Tigrão, céu, árvore. Ficou lindo mesmo. Ao final, ela recolheu e guardou o desenho.

Estava um clima bem tranquilo e cada pergunta que era feita, ele respondia, pensava, sem se intimidar. Estava muito à vontade. E eu em nenhum momento interrompi ou ajudei a responder (me segurei em vários momentos, por exemplo quando ele disse que não gostava de fazer lição de casa). Mas fiquei ao lado dele, observando o meu menino com tanta desenvoltura e tranquilidade do alto dos seus quase 6 anos.

O tempo passou! Passou, mas passou bem lindo também. Quando a orientadora pediu para eu falar um pouco dele, principais características, eu só tinha coisa legal para dizer. E não é coisa de mãe, porque nesse ponto eu não me deixo “cegar”. Reconheço as dificuldades deles, quando estão chatos, porque eles ficam chatos às vezes. Mas eu não tinha nenhum ponto relevante a destacar para a escola, algo que precisasse ser trabalhado nele quando ingressasse ali. Está tudo bem. Sempre esteve! Os pontos que ressaltei foi que ele tem dificuldade de perder, que ele quando se intimida, sente vergonha, chora. Mas não chora descompensado (esse estilo é mais da Fê…rs), chora sentido, porque de fato ficou mal, incomodado. Ele tem medo de errar, de se destacar seja por qual for o motivo. Ele não é perfeito, claro. Mas os pontos de atenção são simples, nada preocupante.

Ela ia perguntando várias coisas sobre independência, histórico escolar, hábitos como chupeta, dormir sozinho, etc…E à medida que ia respondendo sentia um sorriso querendo sair, um sorriso de feliz, feliz com o “resultado” alcançado depois de 6 anos, depois de tantas fases que passamos juntas e prestes a começar mais uma com a chegada da nova escola.

Como minha irmã sempre me diz quando conto algo dele, “meu bebê cresceu”! Daqui a 5 dias ele completa 6 anos de uma linda jornada até aqui, de um menino gente boa, questionador, inteligente e sensível.

Talvez ele nem vá para essa escola, mas foi muito bom poder no meio da semana fazer essa retrospectiva, sentir essa gratidão por ter sido escolhida para ser a mãe de um carinha maneiro como ele. Voltamos da entrevista conversando sobre o desenho, sobre qual será a futura escola, sobre a falta que ele vai fazer para a Fernanda porque ela não vai mais vê-lo na escola. Voltamos conversando: isso é ser mãe de uma criança de (quase) 6 anos. E graças a Deus por isso!

Uma maternidade idólatra

Conversando com uma amiga (que é responsável por muito do que escrevo, porque nossas conversas são ótimas e sempre me motivam a refletir…) falávamos sobre a maneira como as mulheres têm levado a sua maternidade. Tudo começou quando disse que estava feliz no trabalho e que já não tenho tanta culpa em não estar com eles o tempo inteiro. (Mesmo sem trabalhar fora nunca fiquei, porque é difícil para mim ficar full time com duas crianças, todos os dias, sem pirar.)

Houve uma evolução significativa na maternidade se compararmos como foi a maternidade das nossas mães. Muito conhecimento foi trazido, sobre parto, amamentação, introdução alimentar, comportamentos e eu acho isso maravilhoso. Somos melhores e podemos fazer melhores escolhas em função disso.

Porééééém, existe um lugar entre dar coca cola na mamadeira para uma criança de 2 anos e só permitir que ela tome suco feito na hora de frutas que foram plantadas na minha própria horta. Entre a criança jantar macarrão e salsicha 3 vezes por semana e comer um cachorro quente quando vai a uma festinha. Entre eu ser uma mãe presente e ter que todos os dias da vida contar uma linda história antes de dormir. Entre ser atenciosa e permitir que todas as vezes que meu filho me chame eu interrompa a minha conversa para atendê-lo.

Isso é uma parte do todo que gira em torno de uma vida que é ditada por uma criança. A mulher passa a ter sua vida pautada em agradar aquele serzinho, evitar que ele se frustre a todo custo e não expo-lo em hipótese alguma a algo que não seja saudável, por exemplo. Precisamos de equilíbrio, gente. (E eu nem vou incluir mães crentes que buscando a manutenção da rotina intocável das crianças aos domingos, prejudicam sua vida espiritual, pois não vão mais aos cultos. Esquecendo-se de que foi só por Deus que elas se tornaram mães).

Hoje a gente é obrigada a fazer programas que sejam legais para a criança, se vamos ao restaurante não podemos esquecer o tablet porque o filho de 6 anos não aguenta ficar na mesa, ele fica entediado. (Estou falando de mim, do meu filho). Mas eu sou obrigada a assistir um desenho mala do caramba sem me entediar. Sou obrigada a ir ao parquinho, a pensar em algo super ultra blaster para fazer todos os sábados, porque mesmo com a casa lotada de brinquedos e mil canais para eles assistirem, eles não podem ficar no apartamento. “Tadinhos, já passam a semana toda na escola”. Não posso ficar largada no sofá enquanto as crianças brincam sozinhas, porque eles precisam da mãe ali brincando com eles para que se tornem adultos felizes. Dá não, gente. Não é saudável para ninguém, eles vão crescer achando que ditam o ritmo do mundo.

Uma coisa a gente regrediu em relação à geração anterior e talvez tenha sido isso, nossas mães cometeram vários erros, por não saberem mesmo. Mas elas não nos idolatravam. Nós seguíamos o programa que a família fosse fazer e usávamos outros métodos para nos entreter, dormir, etc. As mulheres daquela geração se anularam em alguns momentos por seus filhos, famílias, mas não foi uma geração que os idolatrou. E acho que precisamos resgatar isso. Pelo nosso bem, deles e nossa sanidade mental.

As mães dos amigos

Ontem saí com algumas mães dos amigos do meu mais velho, não tenho uma suuuuuuuuper intimidade com elas, não nos conhecemos profundamente e o tempo de convívio é relativamente baixo se comparado a outras amigas com que convivo. Porém, quando acontece, é um grupo que eu gosto muito de estar junto. Temos afinidade e alguma intimidade. Elas me fazem rir e me sinto totalmente à vontade com elas, e isso é uma das coisas que mais prezo em estar com pessoas.

Temos diferenças na maneira com a qual educamos nossos filhos, temos hábitos diferentes, estilos de vida diferentes, mas há quase 5 anos tomamos uma decisão muito importante em comum: escolhemos a mesma escola para a educação infantil das nossas crianças. Esse é o último ano deles nesta escola e durante todo esse tempo nossos filhos construíram uma amizade bonita de ver, saíram das fraldas, largaram as chupetas, estão lendo. Vivemos essas fases juntas, compartilhamos a cada reunião nossos desafios e conquistas. Quantas vezes saí aliviada dessas reuniões ao ouvir os relatos delas “Que bom que não é só lá em casa que isso acontece!”

E acredito que nós também construímos algum laço. Tenho certeza que é recíproco o sentimento de que podemos contar umas com as outras em alguma situação, quando for necessário. Talvez tenhamos outras opções, com pessoas mias íntimas, mas quando dizemos umas para as outras “Qualquer coisa, me fala que eu fico com ele/ que eu pego ele/ que eu levo ele” – é verdadeiro. Não é da boca para fora. Já houve várias situações em que uma” salvou” a outra, na carona, emprestando um chapéu de festa junina, emprestando um antitérmico que está na mochila, lembrando que amanhã é o dia de entregar os desenhos pintados da natação.

Onde quer que meu filho esteja no futuro, lembrarei sempre com muito carinho dessa escola, dessa época, dessas mães e principalmente dessas crianças que ensinaram para ele o que é ter amigos (rolou até uma lágrima agora). Espero sinceramente, do fundo do meu coração total, que na próxima escola ele tenha a mesma alegria com os futuros amigos e eu a mesma parceria com as futuras mães. Deus, estou contando contigo!

Filho doente

Filho doente angustia o coração de uma mãe. E olha que eu, graças a Deus, nunca experimentei nada mais grave, sempre problemas respiratórios, virose, coisas de criança. Sobretudo crianças que moram em São Paulo, muita poluição, tempo seco e dias frios. É começar o outono e pode dar inicio à contagem regressiva de quem vai pegar alguma coisa.

Mas uma febre que seja me tira do rumo. Às vezes, tenho a sensação de que me angustio em excesso por pequenas coisas, fico com vergonha de mim porque sei quantas lutas sérias tantas mães travam todos os dias. E eu perdendo a fome e com o coração apertado por uma febre, uma laringe detonada, uma virose que judia deles.

Outro dia desabafando com meu marido sobre isso, dizendo como fico esquisita quando eles estão meio doentinhos, ele disse que é normal, sou uma mãe que busca o bem estar da “cria”. Concordei e o fato de não ter o controle da situação é que nos deixa assim. Ou me deixa assim. A dúvida se durante a madrugada vai piorar ou não, se dá para ir à escola ou não, daí começa a comer mal e uma preocupação a mais para nossa limitada cabecinha.

Nesses momentos eu oro muito. Converso com Deus constantemente, pedindo que ele cuide. Cuide deles e de mim, que posso não estar doente fisicamente, mas de certa forma também estou mal.

E nos últimos tempos, apareceu laringite, otite (em dois ouvidos distintos, em épocas diferentes só para animar), uma gripe forte e uma faringite. Mas essa foi em mim, o que me dá vontade de chorar, porque eu odeio ficar doente quando um deles também está. Afinal, eu só queria ficar quieta no meu canto e não ter que cuidar de alguém que não fosse eu mesma. Quero ser filha e não mãe.

E assim vou administrando remédios, sintomas, carinhos, se levo ou não ao médico, oscilando entre seguir as regras ou meu coração e instinto materno. Opto sempre por seguir meu instinto materno e coração mesmo, que mesmo apertado e angustiado, torcendo para que a febre cesse, tem me guiado em decisões acertadas.

 

Não era birra

Há 15 dias, saímos da igreja pela manhã e vi que tinha uma secreção no ouvido da Fê, limpei por fora e depois disso ela começou a reclamar de dor. Ela colocava a mão no ouvido e dizia que estava doendo. Chegando em casa, tentei ver alguma coisa e dava só pra ver que estava meio esquisito. Mas, no fim da tarde, eu iria para o Rio de avião, não dava tempo de ir a um hospital. Só dei um analgésico para caso a dor piorasse com a pressão do avião.

Enfim, no dia seguinte no Rio fomos a um hospital e foi diagnosticada uma otite. Ela não tinha passado a noite bem, acordou chorando algumas vezes e com certeza era o ouvido que dóia. Porém, quando a médica foi examinar o ouvido que estava ruim, essa garota berrava na sala: “Meu ouvido não, mamãe. A tia não, mamãe. Tá doendo meu ouvido.” Berrava sinistramente e me puxava, se contorcia. Tive que praticamente deitar por cima das pernas dela, segurar os braços e a médica com força segurar a cabeça. Tadinha! Foi péssimo, devia de fato estar doendo muito. Mas era preciso examinar e não tinha outro jeito. 10 dias de antibiótico.

Essa semana aconteceu o mesmo no outro ouvido. Ninguém merece, nem eu e muito menos ela. Não reclamou de dor, mas a secreção era semelhante a da primeira vez. Acordamos e fomos direto ao hospital. No estacionamento, ela começou a chorar dizendo que o ouvido estava melhor. E a cada vez que a chamavam pelo nome, ela chorava e dizia “Médico não”. Quando entramos na sala da pediatra, ela se agarrava em mim chorando. Apontou para o instrumento que examina o ouvido e dizia: “Esse não, mamãe”. Completamente traumatizada, mas dessa vez foi um pouco melhor. Acho que não estava doendo tanto, mas ela estava com medo e eu fiquei com muita dó.  Enfim, otite novamente e uma recomendação para ir a um otorrino e investigar o que houve e examinar melhor depois que tiver passado.

Tudo isso para dizer, que quem estava no hospital e via aquela cena, de uma menina de 2 anos chorando o tempo todo, me puxando pelo braço, gritando “Médico, não” e se recusando a ir quando nos chamavam, pode ter pensado muitas coisas. Que ela era mimada, que era exagerada, que não tinha disciplina em casa, que eu era uma mole e sem controle da situação, que não sabia conter uma fofa menininha. Mas, nesse caso não era isso. Provavelmente o que ela só pensava era que ia doer o mesmo tanto como da vez anterior e ela não queria passar por aquilo de novo. Simples. Estava com medo e tentando evitar, da maneira dela, passar por aquilo novamente.

Aprendi com a maternidade a julgar um pouco menos, principalmente depois que a Fernanda nasceu. Digo um pouco menos, porque acho que ainda julgo, mas já melhorei muito. Uma criança no tablet no restaurante não quer dizer que ela é abandonada e não participa dos momentos de sua família. Um pai que não vai à reunião da escola não significa que ele é ausente. A mãe que trabalha exaustivamente fora não ama menos ou não prioriza seus filhos. Uma criança berrando no hospital pode ser só medo, um medo justificado, e não uma criança que não sabe se comportar. Se tem um lugar que é cuspir para cima e cair na testa é a maternidade. E assim, a gente vai se lapidando e aprendendo a olhar para si e para as outras mães, outras crianças e famílias, com mais boa vontade.

 

 

Precisamos criar laços

Meu filho mais velho tem só 5 anos, mas sempre me pego pensando em como será a adolescência. Muito provavelmente, difícil. Resta saber se muito ou pouco. Mas acredito que muita coisa pode ser facilitada se conseguirmos estabelecer um relacionamento verdadeiro com nossos filhos. Não adianta eu decidir ser amiga, parceira e cúmplice quando o garoto já estiver com 12 anos. Tenho que começar a construir isso ontem, desde que saíram da maternidade.

Pode parecer meio simplista e até utópico pensar assim, mas de verdade acredito que estabelecer esse relacionamento desde cedo pode minimizar muitas dificuldades. Não sou “amiguinha” dos meus filhos, existe antes disso uma relação de autoridade, de hierarquias diferentes estabelecidas. E prezo pelo cumprimento dessa hierarquia. Isso torna a relação um pouco mais complexa do que uma simples amizade, mas em nada me impede de ser de fato amiga deles. De criar um relacionamento de companheirismo, parceiria, de mostrar para eles que devem falar a verdade, que são amados incondicionalmente. Procurar entender minimamente sobre aquilo que interessa a eles, conversar, fazer do nosso lar um lugar que eles gostem muito de estar. Tarefa não muito fácil, principalmente quando ao longo dos dias temos mil outras coisas a resolver. Mas maternidade é isso mesmo. Tem que ter disposição para fazer diferença na vida das pessoas e com nossos filhos não é diferente.

Procuro criar laços com eles, não tão apertados e sufocantes como um nó, mas não pode ser frouxo porque se não desamarra né? Disciplino, mas constantemente digo que amo, abraço, fico de chamego antes de dormir, cheiro até eles se irritarem… Mas eles não podem ter dúvidas do quanto os amo.

Dia das mães chegando e queria como presente de Deus ser a mãe que Ele espera de mim, a mãe que meus filhos precisam e merecem. Daqui a 20 anos ouvir dos meus filhos que eles sempre foram cercados de amor e que têm em seus pais seus melhores amigos.


Somos diferentes por sermos mães

Não é fácil criar filhos. Cuidar de uma criança é relativamente fácil, embora eu só tenha descoberto isso conforme os anos foram passando e essa fase foi ficando para trás. A fase de “apenas” manter o bebê alimentado, com o sono em dia e limpinho. A exigência é física. Muita exigência, mas física e não mental. Eles vão crescendo e ficando independentes para algumas coisas e, com isso, nos dando uma folga quanto à dedicação física.

O fato é que não é fácil ter filhos. Não mesmo. Uma simples tarefa pode se tornar complexa simplesmente pelo fato de ter uma criança envolvida, ou mais de uma, como é meu caso. Às vezes, olho a vida de mulheres sem filhos e tenho a sensação de que elas são livres. Essa parte eu confesso que invejo um pouco. Não, não trocaria, talvez fosse desnecessário até dizer isso, mas vai que… Melhor deixar claro.

Mas, a maternidade embora nos limite sob alguns aspectos, nos expande em muitos, muitos outros. E sem dúvida o saldo é positivo, na minha opinião. Nem estou falando do amor e da experiência indescritível que é gerar e ter filhos. Mas digo do que a maternidade é capaz de desenvolver em nós como seres humanos.

Por mais egoísta que sejamos, ser mãe por muitas vezes nos tira dessa posição, porque involuntariamente pensamos primeiro em outra pessoa, buscamos primeiro o bem estar de outra pessoa e damos nosso melhor para viabilizar isso. Ficamos em segundo plano e aprendemos a nos virar com isso e essa nossa realidade, sem nos negligenciarmos por completo. As escolhas não são mais solitárias, individuais, mesmo que seja escolher a que horas vou fazer a unha.

Aprendemos a nos superar a cada dia, porque ninguém nos ensina a ser mãe. E ainda que alguém ensinasse, não seria suficiente. Mesmo com o segundo filho, muita coisa não sendo novidade, é preciso a superação. Porque o segundo filho é outro indivíduo, com outra personalidade e característica, que exige de nós outra postura, outra dose de paciência e resiliência. Cada fase nova que o filho entra, a gente tem que se reinventar, pesquisar, se adaptar, pensar, quebrar paradigmas. Aprendemos a jogar o jogo jogando. Não tem treino. Na hora em que o bebê nasce, o médico deveria gritar: “Valendooooo!”

Sem falar na capacidade de estar atenta às emoções de uma outra pessoa, a gente aprende a conhecer e interpretar nossos filhos pelo jeito que eles olham, como respondem, como se sentam à mesa. Desde sempre, a gente se exercita tentando entender porque choram, o que eles querem dizer quando só falam: “Dodói!” ou quando a gente sabe que aconteceu algo e eles dizem: “Não foi nada”

Não é fácil mesmo! Quando nos tornamos mães não temos a menor noção do que está por vir, no fundo ainda não tenho porque meu mais velho tem apenas 5 anos. Mas uma mulher que tem filhos tem um diferencial, devia estar no RG informando isso. Devia estar no currículo. Algo que rapidamente informasse o mundo que somos mães, ou para que ele nos desculpasse, relevasse determinadas atitudes ou nos desse o crédito que nos é devido. Não que sejamos melhores que as demais, nunca seremos. Mas somos diferentes, porque somos mães. Sem dúvida alguma.